Histórias de Engenharia #002
A IA que faz tudo, menos o que importa
Substituir pessoas parecia lucro. O funcionário digital assumiu o café, o hello e a planilha — e nada realmente importante mudou. A virada é usar IA como alavanca, não como substituta.

Trocar pessoas por IA é a forma mais cara de continuar com o mesmo problema. Quando a automação cobre só o que já era trivial — o café, o hello, a planilha — o custo cai um pouco e a capacidade de criar continua exatamente onde estava.
IA no lugar certo não substitui a equipe: devolve a ela o tempo que estava preso na tarefa repetida. Mesma equipe, mais longe.
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Na sua empresa, a IA entrou como alavanca ou como substituta?